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Luciano Camargo grava gospel “Vida plena”

Luciano Camargo está concretizando um sonho antigo. O cantor está prestes a lançar o CD gospel “A Ti Entrego”, com 15 louvores, após cantar sertanejo durante 29 anos ao lado do irmão, Zezé Di Camargo. Mas para quem pensa que os dois vão se separar, ele avisa que não. O projeto pessoal é apenas um paralelo à carreira da dupla.

“Sucesso eu já tenho. Estou no melhor momento da minha carreira. O momento que estou cantando louvores para as pessoas (porque no ambiente familiar já o fazia) é bem agora em que me sinto tocando uma vida plena, com equilíbrio e amor. É quando você se sente assim que entende melhor o mundo. Há 20 anos, eu tive vontade de gravar um trabalho assim, mas lá atrás, não teria essa leveza e verdade de agora”, declara.

A divulgação da primeira faixa “Tempo” acontecerá em todas as plataformas digitais no dia 16 de outubro, data de seu casamento com Flavia Fonseca, a quem carinhosamente chama de Fau, mãe de suas caçulas, Helena e Isabella. A intenção é celebrar os 17 anos de união com a mulher, que segundo ele mudou sua vida. Até a identidade visual do álbum homenageia Flavia.

“Ela deu o tom, falou que ama o pôr do sol de Orlando (EUA, onde o casal tem uma casa). Passei para a equipe de design a inspiração que surgiu do diálogo com a Flavia. A paleta alaranjada e suas nuances formam a arte do projeto”, conta Bruno Vaz, que chamou Pedro Merino para assinar o design do projeto.

Entre as canções, existem regravações e inéditas. “Te Necessito” (de Jon Carlo) foi produzida em versão bilíngue, em português e espanhol. Luciano e Flavia escutaram todas as músicas que receberam de compositores juntos para selecionar quais iriam ser selecionadas. Apesar de desejar entrar para o mercado gospel há mais tempo, Luciano só conseguiu se dedicar ao disco na quarentena, a partir de março de 2020.

“Há três anos, eu estava na igreja, senti, ouvindo louvores, que eu precisa gravar um projeto como missão. Liguei para o Vinicius, meu amigo e produtor. Lembrei de quando a minha mãe (Helena) fez esse pedido para mim. Foi em 2000, quando a Fau (Flávia) foi comigo para a fazenda que eu tinha em Goiás. A gente estava namorando, quase noivos. Minha irmã Marlene começou a cantar ‘Foi na cruz, foi na cruz. Onde um dia eu vi/Meus pecados castigados em Jesus/Foi ali, pela fé que meus olhos abri/E agora me alegro em sua luz’, e eu acompanhei”, relembra.

Dona Helena, mãe do artista também deu um empurrão falando que sonhava que o filho cantasse louvores e Luciano prometeu: “Um dia, mãe. Vou dar de presente pra senhora”. Ao voltar de uma viagem no exterior com a família, o filho de Francisco deu o pontapé inicial. “Quando voltamos das férias e nos vimos abençoados por todos, com saúde, comemoramos o aniversário das meninas (5 de março) e logo na sequência procurei o Vinicius”, explica.

Luciano reforça, que ao contrário de outros artistas, ele não foi para o gospel quando algo em sua vida não deu certo. “É muito importante saber que, na felicidade, reverencio ainda mais a Deus. E trago a público esta verdade com o dom que ele me abençoou e assim o traduzo em louvores. Eu, diferentemente de muitos, não busquei por ele no momento da dor… Muitos artistas deixaram de cantar o secular para cantar gospel em momentos assim”, justifica.

O cantor ressalta que o projeto gospel não tem uma visão comercial. “É uma missão de louvor. A pandemia mudou a rotina, mudou o rumo, creio que muitas vezes só temos como realizar algo paralelo ao nosso trabalho quando a sua plenitude toca o dedo de Deus”, conclui.

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