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Costureira relata vergonha que passou ao ser conduzida à Delegacia de Castro Alves

Uma costureira foi conduzida à Delegacia Territorial da cidade de Castro Alves, no Recôncavo baiano, nesta última segunda-feira, dia 01º. Rita Santos, proprietária do Ateliê Ajuste Perfeito, localizado na Avenida Wilson Magalhães, em Castro Alves (BA), falou ao Tribuna do Recôncavo que abriu o seu Ateliê na segunda-feira após ter lido uma publicação do prefeito Thiancle Araújo informando que atividades industriais/ fábricas não entrariam na proibição do decreto do governo.

Segundo Rita, por volta das 10 horas da manhã uma guarnição da Polícia Militar chegou no seu Ateliê questionando o funcionamento. “Eles me chamaram na beira do carro, eu fui e expliquei que meu estabelecimento estava aberto porque era um ateliê, disse que fazia máscara e que o prefeito tinha informado que fábrica não estava no decreto. Eles falaram que era pra eu fechar ou eles iam me levar pra delegacia, em seguida falaram que iam tirar uma foto minha, ‘aí eu disse, você quer tirar foto, tira das minhas máquinas’, nesse momento eu entrei pra dentro da loja, foi quando eles disseram que eu os desacatei por ter virado as costas pra eles e que iam me levar para a Delegacia”.

Rita ainda falou que pediu para ir de moto, mas os policiais a levaram na viatura. “Passei vergonha no meu trabalho e eles ainda me levaram a força pra Delegacia, um lugar que nunca precisei ir”. Ao chegar na Delegacia a delegada plantonista liberou Rita e orientou a mesma a manter o ateliê fechado até esta terça-feira, dia 2.

Tribuna do Recôncavo

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